terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


Lam. 3:18-26 Quero trazer à memória o que me pode dar esperaça.
Esperança – quando esta tudo bem é fácil  falar, aceitar, conviver, uma situação.
Quando tudo vai mal – injustiça, difamação, desemprego, incompreensão, discórdia no lar, igreja etc. – murmuramos, não aceitamos, e falamos Deus se esqueceu de mim.
Quando Jeremias escreveu o livro de Lamentações, Jerusalém estava passando por um momento difícil, onde a cidade havia sido invadida, o templo havia sido destruído e  o povo levado a cativo para Babilônia.
Mas em meio a esse cão, muitas  vezes queremos fugir, abandonar o barco.                
É nesse momento que a nossa visão de Deus, se limita, e se esquecemos quem é Ele .
Mas de certa forma somos moldados e formados pelas nossas esperanças.
O Salmista diz :  Salm. 40:1 Esperei com paciência pelo Senhor, ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.
O profeta diz : Quero trazer a memória aquilo que me dá esperança.
Jeremias passou muitas dificuldades e venceu. Vocês  insistam  meus amados irmãos,  porque vocês sabem  aonde Deus vai te levar.....AO TRIUNFO.
Vale a pena esperar no Senhor, suas misericórdia renova cada manhã.
Calebe esperou 40 anos e não desanimou, e suas forças era como no início de seu chamado.
Deus é poderoso para mudar esta situação.
O autor de lamentações ao dizer estas palavras, procurou trazer a mente de seu povo aquilo que eles poderiam se agarrar para poder continuar a viver : Que o seu Deus os libertaria.
Todas as coisas cooperam para o bem daqueles  que amam a Deus e são chamados segundo seu propósito – Rom. 8:28.


Jesus morreu e ressuscitou e vivo esta entre nós.


 

 
Deus abençoe,
Pr.Gilmar

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


"Senhor, Ensina-nos a Orar"

"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos" (Lucas 11:1).

A oração é importante. Todos os que querem seguir o Senhor sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos a Deus. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança em Deus, ela freqüentemente parece difícil, talvez ineficaz.

Os primeiros seguidores de Jesus observaram seus hábitos de oração. Eles o viram freqüentemente procurando um lugar deserto para falar com seu Pai. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com Deus como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1).

Jesus fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava freqüentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.

Palavras de oração

A resposta imediata de Jesus ao pedido dos apóstolos é encontrada em Lucas 11:2-4

Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.

Nem esta oração, nem a semelhante encontrada em Mateus 6:9-13, são destinadas a repetição palavra por palavra. Jesus não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas devemos incluir em nossas orações. Devemos:

1. Reverenciar e glorificar a Deus: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito a Deus. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência a Deus, como criador e comandante do universo.

2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular Deus para que faça nossa vontade. Aqui, Jesus orou pelo reino de Deus, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da avenida de sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, Jesus colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses: "Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39). Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos a Deus, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Senhor. Deveremos sempre procurar fazer a vontade de Deus.

3. Reconhecer nossa dependência de Deus para as necessidades físicas: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. Jesus nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de certas pessoas hoje em dia, que se aproximam de Deus como pirralhos mal criados exigindo tudo o que querem, Jesus mostrou aqui uma dependência de Deus para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos de Deus todos os dias.

4. Reconhecer nossa dependência de Deus para as bênçãos espirituais: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Encontramos algumas lições valiosas no versículo 4. Primeiro, precisamos do perdão. As palavras de João 8:7 e Romanos 3:23 nos recordam nossa culpa. Pecamos. Necessitamos do perdão. Só Deus tem o direito e o poder para perdoar (Marcos 2:7). Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com Deus é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado por Deus (Mateus 6:14-15; 18:15-35). Terceiro, precisamos do auxílio de Deus para que não pequemos. Deus não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação (1 Coríntios 10:13). Jesus "é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hebreus 2:18). Ele nos deixou um exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade (1 Pedro 2:21-24). Na hora de sua mais difícil tentação, Jesus voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. Jesus encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, em oração.

Exemplos de oração

Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.

1. Quando Jesus orou? Ele orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Ele orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Ele orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Ele orou quando sua obra terminou (João 17:4).

2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que ele freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Ele freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).

3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.

O que os discípulos aprenderam?

Os apóstolos pediram instruções sobre como orar. Jesus deu-lhes mais do que palavras, quando mostrou um exemplo consistente de fé em suas orações. Teriam eles aprendido? Dois breves episódios na parte inicial do livro de Atos mostram que eles aprenderam a importância da oração.

Depois que Pedro e João foram perseguidos e passaram algum tempo na prisão por causa de sua pregação, eles encontraram outros cristãos e oraram juntos com confiança, pedindo coragem para continuar sua obra (Atos 4:23-31). Sua citação da poderosa mensagem do Salmo 2 mostra que eles entenderam que o poder da oração é encontrado no poder daquele que ouve essas orações: o Deus que se assenta nos céus.

Quando confrontados com as necessidades físicas das viúvas na igreja de Jerusalém, os apóstolos reconheceram a importância desse serviço e guiaram a igreja na seleção de homens adequados para cuidar do assunto. Mas note, no texto, a razão pela qual os próprios apóstolos não desviaram sua atenção: "E, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (Atos 6:4). O cuidado das viúvas não era para ser negligenciado, mas os apóstolos cuidadosamente reservaram tempo em suas vidas para a oração. Eles tinham aprendido bem a importante lição do exemplo de Jesus e de seus hábitos de oração.

Oração -  Conforme a definição do Dicionário Aurélio, Oração significa Súplica religiosa, reza, prece, rogo.

Jesus destacou-se como uma pessoa de oração. Nos evangelhos há pelo menos 17 referências ao se hábito de orar.

A maioria delas faz menção do ato de orar, sem falar do conteúdo da oração.

O Evangelho de Lucas concentra-se nesse aspecto da vida terrena de Jesus mais que os outros. Somente ele menciona que Jesus orou no seu batismo (3:21), na experiência da transfiguração ( 9:29), antes de escolher os apóstolos (6:12, 13), na confissão em Cesaréia de Felipe (9:18) e na cruz (23:34).

Além desses momentos mais importantes na vida de Jesus, os evangelhos nos ensinam que houve oração da multiplicação dos Paes, da ressurreição de Lázaro e da instituição da Ceia do Senhor.

A agonia de Jesus em oração no jardim do Getsêmani é bem conhecida. Os quatros evangelhos mencionam orações de Jesus na cruz.

O hábito de oraração de Jesus :

Os evangelhos contem muitas referências ao hábito de Jesus orar de manhã, com freqüência sozinho.

O evangelho de Marcos registra a primeira referência a essa disciplina :

“ Tendo-se levantado  alta madrugada, ( Jesus ) saiu, foi para um lugar deserto e ali orava “ ( Mat. 1:35 ).

Jesus e a paternidade de Deus

A oração de Jesus em Mateus 11 é um bom exemplo de como ele se dirige a Deus como seu Pai. Quase sem exceção, Jesus começava suas orações dessa forma. Para  ele Deus era seu Pai celestial que o amava, guiava e ajudava em sua missão divina de revelação e redenção.

“ Graça te dou, ó Pai Senhor do céu e da Terra “ ( Mt 11:25 ).

Esse versículo mostra  o conceito de Jesus sobre a paternidade de Deus, uma coluna fundamental na sua prática e no ensino da oração. Ao usar a palavra Pai, apesar de isso não ser uma idéia nova na tradição bíblica, Jesus destacou tanto a obediência completa  a Deus como a receptividade total diante do seu amor.

Senhor ensina-nos a orar

Em Lucas 11:1-13 temos o único registro específico de um pedido de ensino dos disciípulos:

“Senhor ensina-nos a orar”  ( v.1). A esse pedido segue-se um parágrafo de ensinos muito proveitoso sobre a oração. Mateus colocou  no Sermão do Monte a Oração Dominical e alguns textos subseqüentes sobre nossa persistência e sobre a receptividade de Deus ( Mat. 6: 9-13, 7:7-11 )

A parábula do amigo que bate á porta á meia noite ilustra o enfático ensino de Jesus sobre a persistência na vida de oração, algo que ele tanto ensinou como praticou.

Jesus e a oração intercessória:

João 17 registra a oração mais longa de Jesus. Ela evidentemente foi feita em algum momento entre a Ceia do Senhor e a experiência no Getsêmani,  na noite anterior a crucificação.

Na eminência da cruz, Jesus revelou em sua oração um relacionamento íntimo com Deus Pai. Ela ilustra na prática algumas lições que Jesus queria que seus discípulos aprendessem.

Oração é um meio de comunhão com o Pai. Ela confirmou o rumo da obra e do ministério de Jesus. A oração conferiu-lhe o senso da hora certa para suas ações.

O ponto central dessa oração de Jesus foi a unidade dos discípulos. Em todo o capitulo vê-se a ênfase na oração intercessória. “ Não peço que os tire do mundo, e sim que os guarde do mal” ( João 17:15 ).

Na verdade, todo esse parágrafo ( V.9-19 ) mostra como Jesus ora por seu discípulos. Orar uns pelos outros é um dos maiores privilégios da vida cristã.

A oração de Jesus lhe proporciona comunhão com o Pai. Ela gerava força para as horas de tensão, discernimento quanto a vontade de Deus, tanto em termos da ação como do momento de agir.

A vida de oração de Jesus também é um guia inigualável para seu discípulos em qualquer lugar, porque mostra sua confiança total no amor, poder e sabedoria de Deus.

Fomos convidados para uma oração intima por nenhum outro, senão o Próprio Senhor. ( Mat.  6 : 6 ). Esse tipo de oração “ secreta “ pressupõe e assegura :

.As motivações corretas ( Mat 6:5 )

.Um correto Relacionamento com  Deus na qualidade de Pai ( Lc 11:11-13 )

.Uma verdadeira confiança no Senhor ( Sal. 55:16, 17 )

.Uma renúncia de hipocrisia ( Mc 7:6, 7 ).

.Oramos para não cairmos em tentação ( Mat. 26:41 )

.Devemos orar em todo tempo ( 55:16, 17;  Dan. 6:10 )

Jer. 33:3 Invoca-me, e te responder-te-ei, anunciarei cousas grandes e ocultas que não sabes.

Deus abençoe a todos.

Pr. Gilmar Abel

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A TODOS OS BLOGUEIROS, LEITORES E SEUS FAMILIARES,

DESEJO A TODOS UM FELIZ AN0 NOVO, CHEIO DE REALIZAÇÕES EM CRISTO JESUS.

AGRADEÇO A VOC~ES PELA CONFIANÇA, LEITURA, CRITICAS E ORAÇÕES.

DEUS ABENÇOE

PR. GILMAR ABEL

27/12/2012

Escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que por, um pouco de tempo, ter o
gozo do pecado ( Hebr. 11:25 ).
Houve um tempo na vida de Moisés que ele teve de tomar uma grande decisão
Aproveitar a vida como um egípcio adotado ou unir-se aso pobres e escravisados irmãos judeus.
Contrastes – De um lado uma vida de facilidade  sensuais, pompa e riquezas,
                        De outro – uma vida de dureza, incertezas  e dor
Moisés escolheu o que a maioria das pessoas consideraria a opção menos atraente.
Ele tinha capitado a visão da vasta realidade de Deus, olhando além do brilho temporário do Egito,  para as verdades eternas que haviam sido reveladas aos patriarcas judeus.
A cada dia nós temos que tomar decisões. E elas iram dizer o refletir nossa vitória ou fracasso.
Não podemos coxear entre dois senhores, se a Deus ou se a Baal.
Vamos nos lembrar da verdade transformadora de que um dia teremos que comparecer diante de Deus e dar contas da forma que gastamos o nosso tempo na terra.
Não podemos deter na roda dos escarnecedores, dos injustos, pecadores de corações duro.
Vamos abraçar as verdades eterna,  permitindo que a Palavra de Deus seja nossa Única regra de fé e pratica.
Deus abençoe
Pr. Gilmar Abel

terça-feira, 18 de dezembro de 2012


A OFERTA QUE AGRADA A DEUS!


"E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito. Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento." (Marcos 12:41-44)

As lições que se apresentam nesta história são simples e claras, qualquer um as pode captar, dispensariam comentários. Entretanto, é sábio o mestre que enfatiza bem as verdades que parecem simples, devido à tendência que temos de passar desapercebidos por elas no nosso dia a dia. Por isto precisam ser relembradas, para que não venhamos a agir opostos àquilo que sabemos ser a verdade.

E se quereremos compartilhar este texto de modo a extrair as verdades nele contidas, nada melhor a fazer do que tentar responder algumas questões vitais nele contidas. Sendo assim, pensemos sobre:

  • Qual a diferença entre a maneira que Deus vê e a maneira que o homem vê?
  • Qual a relação entre 'o muito' e 'o pouco' para Deus. E para o homem?
  • Será que Deus nos observa enquanto entregamos para Ele as nossas ofertas?
  • Será que a oferta agradável à Deus é aquela que nos faz falta, a oferta sacrificial?

Como podemos aplicar estas lições à nossa vida, ao nosso dia a dia?

Vamos pensar primeiramente, em algo que transparece de modo latente e claro no texto, que é a diferença entre o ponto de vista humano e o ponto de vista divino. O primeiro, é voltado para o valor, a quantidade, o volume, o material, o exterior, o visível, o aparente e o que desperta louvores humanos; o outro, é voltado para o espiritual e se preocupa mais com a atitude do coração do ofertante do que com o conteúdo, e vê o desprendimento, a entrega, o sacrifício, não se preocupando com a quantidade ou o valor da oferta, mas, na atitude e no coração do ofertante.

A oferta é um retrato fiel do coração do ofertante para com Deus, é um símbolo da confiança que temos nEle. Todos ofertavam para Deus, alguns são vistos e valorizados por homens, a mulher é vista e valorizada por Deus.

Quem teve melhor recompensa?

Em segundo lugar, podemos pensar noutro princípio aqui evidente, que é a relação entre o muito e o pouco sob estes dois pontos de vista. Na visão humana, observa-se a oferta e compara-lhe o valor, a soma, a quantia, o que se pode fazer com o dinheiro investindo na obra de Deus, assim, quanto mais se tem, mais se pode fazer. O olhar divino é diferente, Ele observa o ofertante, não a oferta, observa o sacrifício, a fé, e, ainda que economicamente a oferta nada represente, tem um valor espiritual incalculável perante os olhos de Deus, e Lhe chega como aroma suave às narinas.

QUEM TEVE MAIS FÉ NESTA SITUAÇÃO?

Quem ofereceu o melhor sacrificio a Deus? Saiba, Deus merece e quer tudo, não a sobra. Ele tem prazer em observar o coração dos seus filhos no ato de ofertar. A atitude e o coração do ofertante é mais importante para Ele do que a oferta. Você se lembra de Caim? Deus o observava, e não se agradou dele, e não recebeu a sua oferta, apesar de quantitativamente falando, estar oferecendo uma oferta volumosa e expressiva. Sua vida não foi aprovada por Deus, conseqüentemente, a sua oferta não foi aceita. Aqui está em jogo o ofertante, não a oferta.

Você acha que pode comprar a Deus com o seu dinheiro ou bens? Acha que pode corrompê-Lo?

ACHA QUE PODE VIVER IMPIAMENTE E COMPENSAR COM OFERTAS?

Ele não precisa disto. A oferta é apenas uma maneira de provar a nossa gratidão, é uma demonstração de que confiamos nEle para o nosso sustento, pois se somos capazes de ficar sem nada, por lhe entregar tudo, é porque temos a certeza de que Ele irá suprir e satisfazer as nossas necessidades.

Será que Deus tem aceitado as nossas ofertas?

Ele está a nos observar e tem prazer quando vê um filho seu mais preocupado em lhe honrar e agradar do que consigo mesmo. Quando o vê em atitude de fé, entregando aquilo que lhe fará falta, demonstrando que confia em seu cuidado.

Oferta, é demonstração de fé, e se não nos fizer falta, é apenas a sobra, e Deus não aceita sobra, o homem sim.

A oferta aceitável a Deus deve ser aquela que provém de um coração sincero e confiante.

COMO APLICAR ESTA LIÇÃO À NOSSA VIDA?

Basta pensar:

Você é alguém que dá a sobra para Deus, seja do tempo dedicado a Ele, seja das boas obras que faz, seja das vezes que testifica dEle a outros, seja do lugar e importância que ocupa na sua vida, mente e pensamentos, seja do dinheiro que investe em sua obra?

É daqueles que vivem desonrando e desobedecendo a Deus, mas tranqüiliza a consciência quando vai à igreja de vez em quando, ou dá um bom dinheiro para compensar? Esta é a oferta de Caim, a oferta dos fariseus.

Mas, é isso que Deus quer de nós? NÃO!!!

E O QUE DEUS QUER DE NÓS?

Ele quer o controle total das nossas vidas, quer que dependamos dEle para viver, quer todo o nosso dinheiro, todos os nossos bens, quer a nossa família, quer estar no controle do nosso coração, quer participar das nossas decisões, quer comandar a nossa vontade e ser o centro da nossa fé e amor.

Ele nos quer completos para Ele, não quer o que nos sobra. Ele quer tudo, mesmo que pareça pouco, ou quase nada. Ele não se satisfaz com menos do que isto. Ele não quer as nossas coisas, Ele nos quer, pois, tendo-nos, também terá tudo o que é nosso. Então, não é o quanto se dá para Deus que importa, mas quem dá. Ele quer exclusividade e não partilha a sua glória com ninguém.

- Às vezes, por nos entregar sem reservas para Ele, poderá haver conflitos de vontades, mas se cedermos a nossa pela dEle, com certeza será melhor, pois a vontade de Deus é superior, toda abrangente e melhor. Ele conhece tudo. Se confiarmos nEle será melhor.

A mulher da história, não tinha marido, não tinha ninguém para lutar por ela, era pobre, e o pouco dinheiro que poderia aproveitar em seu benefício, ela deu como oferta de gratidão a Deus, em benefício da obra dEle, que tinha prioridade até sobre a sua vida. Era tudo quanto tinha, mas ela deu, e certamente não se arrependeu, nem se preocupou se as pessoas ao seu redor ficariam satisfeitas com a quantia. Seu único objetivo era agradar a Deus.

E VOCÊ, ESTÁ DISPOSTO A DEIXAR QUE DEUS CONTROLE TODA A SUA VIDA?

Você quer agradar a Deus? Então inspire-se nesta história. E lembre-se: Deus te quer por inteiro, e isto inclui tudo quanto você possui, mesmo que pareça não ser nada. Ele promete se revelar e se manifestar aos que se desprenderam de si mesmos e estão saltando inteiramente em seus braços, sem se preocupar que abaixo há um profundo abismo, pois confia que Ele irá amparar em Seus braços.

Que a nossa vida e as nossas oferendas sejam agradáveis aos Seus olhos, e recebam dEle o louvor.

Deus abeçoe

Pr.Abel

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Convidamos você, sua familia, amigos e toda Igreja, para participar do 5º  Simpósio - Expondo as Cartas Pastorais, Realização : IBBC - Instituto Biblico o Brasil Para Cristo ( Suzano, Poá   e  Seminário Jorge Muller ).
Dia 27/10/2012
Local Rua Washinton Luiz, 233 - Suzano - Centro
Tema - Expondo as Carta Pastorais
9:00  hs Pr. Wilson Porte Jr ( Pastor da Igreja Batista da Liberdade, Mestre em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie ),

14:00 hs Rev. Augustus Nicodemus Lopes, ( Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie )
Contatos :
Pr. Abel          - 99703-3509  ( Vivo )
Pr.Milton        - 95465-0340 ( Tim )
Pb.Tenório     - 98539-2965   ( Tim )  e  97129-6836 c/ Barbara
Pb.Francisco  - 98472-8717 ( Tim )
Pb. Wellington -98566-0520 ( Tim )

Obs. Favor divulgar na UBE, FACE, E-MAIL  e outros.
Bem Vindos.

A Unidade Cristã

"...haverá um rebanho e um Pastor" (João 10:16)
Fala-se muito atualmente em união de igrejas, aproximação das denominações, cooperação entre cristãos, unidade na diversidade, etc., sem se atentar ao que dispõe a Bíblia sobre a verdadeira união. Antes de nos unirmos a determinadas denominações evangélicas, devemos ter em mente aquilo que Deus estabeleceu como a verdadeira unidade do corpo de Cristo.

A Unidade É Pela Verdade

Como exórdio ao presente estudo, devemos ressaltar que a unidade cristã é bíblica e, portanto, deve ser buscada pelos membros do Corpo de Cristo (embora essa unidade não decorra da mera vontade humana). Orando ao Pai, Jesus disse: "Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. ... E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste" (João 17:11, 20 e 21). Essa idéia de unidade do corpo de Cristo resulta da idéia central da Tri-Unidade de Deus. Por isso que o apóstolo Paulo declarou: "Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão" (1 Coríntios 10:17).
A unidade do Corpo de Cristo permite a união dos desiguais: "Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. ... E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo" (1 Coríntios 12:13-14 e 19-20). Paulo assim escreve para demonstrar que cada membro do corpo é diferente um do outro, mas forma uma unidade: uns são mãos, outros, pés, outros olhos, assim por diante - não somos todos apenas um membro do corpo, mas vários membros formando um só corpo: "E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; ... Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele." (vs. 21-22; 25-26).
O cristianismo é, sobretudo, uma religião baseada na união - união de gregos e troianos, judeus e gentios, negros e brancos, ricos e pobres, todos unidos numa só fé - mas não tolera a conjunção entre o certo e o errado, a verdade e a mentira, a luz e a escuridão. Assim, a unidade cristã se dá PELA verdade bíblica universal, a Palavra viva, santa e imutável de Deus. Na sua oração pela unidade, Jesus disse: "Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam; ... Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade." (João 17:8 e 17). Se não for PELA Palavra de Deus não haverá unidade cristã verdadeira. Portanto, a unidade não deve ser meramente espiritual, mas também bíblico-doutrinária, mediante a uniformidade da fé.

A Unidade É Para a Verdade

Muitos pastores e líderes buscam a unidade em meio ao erro doutrinário, o que contradiz a Palavra de Deus. Essa "unidade", na realidade, agrada muito mais aos homens do que a Deus. Não falo das pequenas diferenças existentes no meio cristão (pois, como dissemos, cada membro do corpo é desigual), que não comprometem a sã doutrina, mas daquelas que possam afetar a verdade bíblica. Por exemplo: como poderei andar com um irmão que vive de "revelações" e que coloca as suas experiências pessoais acima da Bíblia, se eu creio que a Bíblia é a minha única regra de fé e conduta? Ou como poderei participar de uma igreja que ensina um outro evangelho (do cristianismo fácil, da busca de sucesso material, da salvação condicionada ao mérito pessoal, do curandeirismo, da realização de "sinais e prodígios", do G12, etc.) se prego a simplicidade do evangelho de Cristo? "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3).
Respeito muito o trabalho daqueles que buscam a unidade no meio evangélico, mas esse trabalho será em vão se não for PARA A VERDADE, por obra e vontade do nosso Deus: "Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." (Salmos 127:1). O nosso dever de afastamento daqueles que se desviaram da verdade é muito mais bíblico do que a busca pela unidade a qualquer custo: "E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles." (Romanos 16:17). Essa admoestação não se dirige à observação somente dos "hereges", mas também contra os que promovem "dissensões" doutrinárias, "Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples." (v. 18). Lembre-se bem deste conselho: "Compra a verdade, e não a vendas." (Provérbios 23:23a).

A Unidade É Mediante a Fé

Se cremos todos em conformidade de fé (essa é a unidade que deve ser buscada - a unidade da fé), há união cristã verdadeira, ainda que distâncias nos separem. Paulo ensina que devemos nos suportar uns aos outros em amor, procurando guardar a UNIDADE DO ESPÍRITO pelo vínculo da paz (Efésios 4:2-3). Para isso, foi-nos dado "uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos ...Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente." (Efésios 4:11-14). Note bem que essa unidade da fé não comporta variações doutrinárias, porque senão nos tornaríamos como meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina. Havendo a unidade de fé, todo o corpo de Cristo se torna bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas (v. 20), isto é, sem divergências doutrinárias relevantes.

A Unidade Ocorre na Separação

A união cristã verdadeira somente existirá separando-se o joio do trigo. Da mesma maneira que não devemos nos prender a um jugo desigual com os infiéis (2 Coríntios 6:14), de igual forma não podemos nos associar com os que promovem dissensões doutrinárias. Essa unidade do ponto de vista bíblico se dará exclusivamente se houver total separação. Contradição? Não, pois a verdade não se coaduna com o erro; não existe unidade em meio à discórdia.
O Pr. Ron Riffe, no maravilhoso artigo intitulado target="_blank">"A Doutrina Bíblica da Separação", publicado no Jornal Sã Doutrina (JARF) nº 10 (março/2003), pg 3, citando 2 Tessalonicenses 3:6, 11 e 14-15, lembra que "alguns crentes de Tessalônica estavam com a falsa idéia que o arrebatamento ocorreria em um futuro próximo. Muitos deles venderam suas propriedades, abandonaram seus empregos e ficaram ociosos, esperando o retorno do Senhor. Enquanto aguardavam, alguns recusavam-se a trabalhar pela comida que recebiam, enquanto outros ficavam se metendo na vida alheia". Paulo então os adverte:
"Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu. ... Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs. ... Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe. Todavia não o tenhais como inimigo, mas admoestai-o como irmão."
(2 Tessalonicenses 3:6, 11 e 14-15).
Observe bem: todos aqueles que promoviam aquela desordem eram crentes em Cristo, esperavam a salvação em Jesus, criam na Bíblia, enfim, podiam ser chamados de "irmãos". Mas andavam desordenadamente (isto é, "marchando em outro ritmo", conforme explicado pelo pastor Riffe), contra a própria tradição apostólica. Qual a semelhança dos tessalonicenses para os crentes hodiernos que praticam coisas contrárias à sã doutrina? Nenhuma, pois ambos andam "desordenadamente". Devemos, pois, nos misturar com os que acreditam em coisas que reprovamos à luz da Bíblia? Ou será que teremos de admitir que eles estão certos e que nós estamos errados? Como nos entenderemos, estando nós em desacordo?

Apartai-vos Deles

Se você acha estas palavras duras e exegeticamente erradas, perdoe-me a franqueza, mas está se opondo ao próprio Deus, que deseja separar um povo santo para sua exclusiva glória e autoridade. A verdade é que, embora possamos considerar muitos deles como irmãos (assim os considero com fundamento em Mateus 24:24 e 2 Tessalonicenses 3:15), devemos nos afastar dos que não estão de acordo com a sã doutrina, para que não haja confusão doutrinária. Não sou eu quem diz, mas o próprio apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santos de Deus. A confusão doutrinária no meio cristão é semelhante à balbúrdia ocasionada pela multidão em alvoroço - ninguém se entende e cada um segue desordenadamente. Se eles estão dispostos a nos ouvir, aí sim poderá haver uma aproximação e, quiçá, até a almejada união (eu também a desejo, mas com a verdade).
O apóstolo Paulo ainda demonstra que devemos nos afastar daqueles que se desviaram da sã doutrina: "Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado" (Tito 3:10-11). Certamente o texto fala de heresias; mas, não são heresias as muitas coisas que se pregam em determinados círculos evangélicos? Lembramos que muitas das igrejas com as quais se almeja a união saíram do nosso meio. Por que? "Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós." (1 João 2:19). Saíram de nós por desacordo - voltaremos a nos unir com eles ainda em desacordo?
Várias são as admoestações bíblicas no sentido da separação mesmo: "Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais." (1 Timóteo 6:3-6). "Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras." (2 João 1:9-11)

Conclusão

Infelizmente, sempre haverá dissensões doutrinárias no meio evangélico - o joio crescerá no entre o trigo para, finalmente, ser arrancado e lançado fora (Mateus 13:30). E isso é necessário até mesmo para que se levantem os que são leais à sã doutrina: "E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós." (1 Coríntios 11:19); os que não são leais à sã doutrina farão de tudo para alcançarem a união fora dos padrões bíblicos e muitos "leais" poderão se influenciar pela falsa união. No entanto, devemos nos separar dos contradizentes e dos que estão em desacordo com a [única] verdade, sob pena de estarmos agradando ao nosso próprio ventre, aos homens e de desobedecermos a Deus. Ora, "mais importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29). Essa unidade não pode ser a que almeja nossos corações e nem a que vislumbra nossos olhos humanos, mas deve estar centrada na Palavra da Verdade e se conformar com a vontade divina. Por esse motivo, o líder cristão deve seguir "Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes." (Tito 1:9).
Deus nos abençoe!
Autor: Marcos A. F. Martins - marcosafmartins@ig.com.br
Editor da revista "Sã Doutrina", em http://www.sadoutrina.k6.com.br/
Data da publicação: 10/5/2003
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/unidade.asp
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